segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Falta de apetite

A falta de apetite em si pode ser psicológica, em transtorno de ansiedade, pode ser por toar medicamentos demais, que as vezes dão esses efeitos, eu estou tratando disso, da FOME FALSA, em que você não sente ela verdadeiramente, as vezes pode ser por ansiedade, comer demais por compulsividade, sem ao menos sentir fome, a nosso psíquico nos engana.

Está sem apetite? Certos exercícios têm o poder de inibir a fome
A chave para obter este efeito "inibidor" é a intensidade da atividade praticada

25 de Setembro de 2010

Estudos já comprovaram que as atividades aquáticas aumentam a sensação de fome (Foto: Reprodução)

A relação entre atividade física e o apetite é amplamente pesquisada e de fato estão ligas. Mas não é tão simples e desanimador quanto se pensa, apesar de alguns tipos de exercício aumentarem o apetite, como a natação.

Estudos já comprovaram que as atividades aquáticas aumentam a sensação de fome. As causas ainda não foram totalmente explicadas, mas os pesquisadores suspeitam que a diferença de temperatura causada pela água pode causar este fenômeno. Por outro lado, os exercícios terrestres e intensos demonstraram efeito inibidor do apetite por várias horas após o seu término.

A chave para obter este efeito "inibidor" é a intensidade da atividade praticada. Quanto mais intensa e prolongada, mais potente será o efeito. Para quem está pouco ativo, uma boa opção é sair para uma caminhada vigorosa e por caminhos com subidas íngremes, principalmente no final da sessão.

Para os mais condicionados fisicamente, a sugestão é uma partida de futebol ou uma sessão de corrida intervalada, aquela com períodos de alta intensidade intercalados com intervalos de recuperação em baixa velocidade, trotando devagar ou até mesmo caminhando.

Seguindo essas dicas dos especialistas, além da sensação de estar revigorado, o apetite virá de forma mais moderada.

Ansiedade

Em torno dos 30°C, a água aumenta a sensação de relaxamento muscular e de bem-estar
O EFEITO TERAPÊUTICO

A cautela se justifica. Em casos extremos, como depressão e síndrome do pânico, assegura Antonio Nardi, da UFRJ, o uso de remédios é fundamental. "Passada a fase mais aguda do transtorno, os exercícios físicos são tão fundamentais quanto os medicamentos. Um, porém, não substitui o outro. Eles são complementares. Nesses casos, o tratamento ideal está na associação de três fatores igualmente importantes: os medicamentos, a psicoterapia e os exercícios físicos", destaca o psiquiatra.

E se quem sofre de transtorno de ansiedade quiser começar, ainda hoje, a dar as primeiras braçadas? Que exercício aquático ele deve fazer? O mais indicado, responde Viviane Buzzo, é a hidroginástica. E por um motivo simples. "É o que proporciona ao praticante o ambiente mais propício à interação social", resume.

FÍSICO SAUDÁVEL

A natação, além de não possibilitar maior interação social entre os praticantes, também apresenta algumas restrições. "No caso de indivíduos com insuficiência cardíaca, a posição horizontal pode provocar uma descompensação por aumentar subitamente o retorno venoso", explica o cardiologista José Kawazoe Lazzoli. O mesmo pode ser dito do polo aquático. "O polo só deve ser praticado por pessoas com maior resistência física e força muscular. E, principalmente, com diagnóstico físico saudável", aconselha Viviane.

Diagnóstico físico saudável, aliás, é pré-requisito fundamental para quem quiser se aventurar nas raias de quiser se aventurar nas raias de uma piscina. Não é qualquer aspirante a César Cielo que pode se tornar um recordista mundial dos 100 metros livres do dia para a noite. "Exercícios aquáticos podem ser realizados por pessoas de qualquer idade, mas sempre com orientação especializada. Sem essa orientação, eles podem trazer os mais variados problemas, como dores musculares e lesões nas articulações", adverte Antonio Nardi.

FOBIA DE ÁGUA

Outro importante fator de restrição à prática de exercícios aquáticos é a hidrofobia - ou aversão patológica à água. Neste caso, seus portadores não conseguem sequer chegar perto da borda de uma piscina sem sentir o coração disparar, a respiração ficar ofegante e as pernas começarem a tremer. Em algumas situações, podem sofrer ataques de pânico ou mesmo chegar ao desmaio.

O que fazer numa situação dessas? Quem responde é o psiquiatra Tito Paes de Barros Neto, do Amban. Autor do livro Sem medo de ter medo (Editora Casa do Psicólogo), ele recomenda a dessensibilização - técnica desenvolvida pelo psiquiatra sul-africano Joseph Wolpe que consiste em expor o paciente aos objetos de sua fobia e fazê-lo imaginar situações que provocam tremores, suores e palpitações.

"O ideal é traçar um planejamento de exposição e enfrentamento bem gradual. Nesse caso, poderíamos começar encorajando o fóbico a entrar em contato com água na pia do banheiro. Em seguida, entraríamos na parte rasa da praia. Depois, avançaríamos até a altura da cintura e assim por diante. Se a pessoa se sentir à vontade para praticar exercícios aquáticos, ela já pode se considerar curada", avisa o psiquiatra.

Ansiedade

Muita ansiedade? Caia na água
Estudos revelam que a prática regular de exercícios aquáticos, como a hidroginástica e a natação, atua no tratamento complementar de pacientes com transtorno de ansiedade.



Não é difícil reconhecer uma pessoa ansiosa. O dicionário Houaiss já dá algumas pistas: é todo indivíduo aflito, ofegante, angustiado. Se alguém o seleciona para uma entrevista de emprego na sexta-feira, por exemplo, pode ter certeza de que, a partir de segunda, o ansioso já começará a passar mal. Na véspera do grande dia, então, será capaz de sentir falta de ar, boca seca e aperto no coração. A sensação de que algo - ou, quem sabe, tudo - pode dar errado é incontrolável para um portador de transtorno de ansiedade.

"A ansiedade que a gente sente no dia a dia é mais do que saudável. Afinal, ela protege o indivíduo contra a própria extinção. Mas, quando alguns sintomas começam a causar um sofrimento muito grande, a ponto de impedir a pessoa de exercer as suas atividades normalmente, ela já pode ser considerada patológica. Nesse caso, convém procurar ajuda médica", alerta o psiquiatra Tito Paes de Barros Neto, do Ambulatório de Ansiedade (Amban) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Se você é do tipo que sofre por antecedência, não esquente a cabeça. Em vez de perder tempo com suposições do tipo "E se?", matriculese num clube de natação ou numa academia de hidroginástica. Quando a ansiedade é leve ou moderada, alguns simples ajustes na rotina, como a prática regular de exercícios aquáticos, são capazes de minimizar os sintomas do transtorno.

MENOS TENSÃO

Um recente estudo da Universidade Estadual de Maringá (PR) mostrou que duas sessões semanais de hidroginástica, cada uma com 50 minutos, durante três meses, são suficientes para reduzir os níveis de ansiedade em mulheres já diagnosticadas. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), esse tipo de transtorno afeta 25% da população mundial. A previsão é que três mulheres para cada homem sofram com o problema.

A pesquisa foi feita em 2008 com 16 voluntárias na faixa dos 36 anos, todas em tratamento medicamentoso aliado à terapia comportamental. Das 16 mulheres estudadas, oito adotaram a prática da hidroginástica como complemento terapêutico enquanto o restante manteve o tratamento convencional. Segundo uma das autoras do trabalho, a professora de Educação Física Viviane Buzzo, da Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari (Fafiman), as voluntárias que adotaram a prática da hidroginástica apresentaram queda nos índices de tensão, depressão, fadiga e raiva.

A explicação para tal efeito passa pelos benefícios que todo esporte proporciona. "Qualquer tipo de exercício físico libera endorfina no sistema nervoso central. São essas substâncias que produzem um efeito tranquilizante e analgésico no organismo", explica o psiquiatra Antonio Egídio Nardi, do Laboratório de Pânico e Respiração do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O que esses esportes fazem por você
1. Fortalece a musculatura
2. Aumenta a capacidade respiratória
3. Melhora a eficiência cardíaca
4. Promove relaxamento muscular
5. Reduz a gordura corporal
6. Proporciona bem-estar físico e psicológico
7. Estimula interação social
8. Alivia a tensão e o estresse
9. Combate a insônia e a obesidade
10. Favorece a reeducação postural
UM MERGULHO NO BEM-ESTAR

No entanto, as atividades aquáticas levam certa vantagem sobre as terrestres. "Ao controlar a respiração dentro da água, o aluno aprende também a controlar a ansiedade. Os exercícios respiratórios acontecem de forma natural pelo simples fato de o indivíduo estar imerso no meio líquido", argumenta a coordenadora do departamento Aquático da Companhia Athlética em São Paulo, Fabiana Tassi.

Outro ponto positivo está relacionado à temperatura da água. "Quando está em torno dos 30°C, a água potencializa a sensação de relaxamento muscular e de bem-estar psicológico", assegura Viviane Buzzo.

Mas para produzirem o efeito desejado, os exercícios precisam ser praticados regularmente. "O indivíduo que pratica esportes de 3 a 5 vezes por semana tem menos chances de apresentar doenças e mantém sua autoestima mais adequada para enfrentar as situações do cotidiano", recomenda Antonio Nardi.

O presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME), o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, admite que a prática regular de exercícios físicos é capaz de reduzir o nível de ansiedade e atenuar os sintomas da depressão. Mas faz uma ressalva: "Tais benefícios não se aplicam a casos graves, que devem ser avaliados e tratados por um especialista em Psiquiatria. O esporte só pode ajudar em casos leves ou no tratamento complementar da ansiedade e da depressão", acrescenta.

Ansiedade

A ansiedade é uma questão as vezes psicológica, espiritual, entre outros.
No meu caso, eu tenho transtorno de ansiedade, estou tratando através de medicamentos naturais, como o florais, que vende em farmácias homeopáticas; mais também pode ser espiritual, no meu caso já contei no blog sobre minha vida espiritual. Posso também fazer esportes, porque comprovam que eles ajudam na ansiedade, entretanto vários outros meios de se combater a ansiedade, estou aqui para lutar com você que tenha, e postando notícias, meios em que possa saber mais sobre combate-la.



DICAS PARA COMBATER A ANSIEDADE


Introdução:
Ansiedade e medo são emoções tão corriqueiras que o dicionário está repleto de sinônimos para elas. A principal diferença entre medo e ansiedade é que o primeiro ocorre como uma resposta a um perigo real, enquanto a segunda ocorre sem que qualquer tipo de perigo objetivo esteja presente.

A ansiedade é um estado emocional parecido com o medo, porém dirigido para o futuro, desproporcional (a uma ameaça reconhecível) e que traz intenso desconforto físico.
A ansiedade pode manifestar-se de várias maneiras: em forma de ataques de pânico, de fobias (medos específicos de altura, avião, situações sociais, etc), como conseqüência de uma experiência traumática (assaltos, acidentes, etc) e de maneira generalizada (quando os sintomas persistem constantes ao longo do tempo). Em todos estes casos é possível lidar com a ansiedade utilizando técnicas psicológicas e/ou tratamentos farmacológicos adequados. Além desses recursos, alguns procedimentos simples têm-se mostrado eficazes e serão descritos a seguir.

1) Aprenda a relaxar. As técnicas de relaxamento são úteis em relação a todos os sintomas ansiosos. Uma maneira prática de fazer isso: feche os olhos e percorra toda musculatura do corpo, contraindo-a e relaxando-a em seguida. Comece pelo pé e vá passando gradativamente para as outras partes até chegar à cabeça. Isso pode ser feito na posição sentada ou deitada. Fique atento à sua respiração.

2) Respirar é algo tão automático na nossa existência que poucos imaginam o quanto este ato tão simples está relacionado à ansiedade. A respiração ansiosa é curta, concentra-se no peito. Por isso, mesmo no decorrer de uma crise de ansiedade, é necessário que se procure uma respiração completa e profunda. Para isso, inspire o ar até que a barriga fique cheia como um balão de ar. Depois, expire lentamente até sentir se totalmente "vazio". Repita o procedimento quantas vezes forem necessárias.

3) Praticar esportes ou simplesmente caminhar são recursos úteis na diminuição da ansiedade e do estresse. Tente praticar algum esporte pela manhã. Faça isso sempre que possível mas não exagere. O exercício compulsivo pode ter o efeito inverso.

4) Evite café, cigarro, bebidas do tipo cola e outros estimulantes. Estas substâncias aumentam a ansiedade e desencadeiam ataques de pânico. Entretanto, o momento em que se inicia um tratamento para ansiedade não é o melhor momento para parar de fumar. A parada brusca do cigarro leva aos sintomas de abstinência que piorarão a sua ansiedade.

6) As pessoas ansiosas costumam ter pensamentos catastróficos a respeito de toda e qualquer situação. Observe seus pensamentos e, se lhe parecerem excessivamente catastróficos, anote-os e procure uma interpretação mais realista da situação.

7) Se sua ansiedade tiver começado após a vivência de uma situação traumática como assalto, estupro, etc., você deve procurar ajuda para enfrentá-la. Neste caso, evitar as situações relacionadas à experiência traumáticas também só piorará sua ansiedade e limitará sua vida.

8) Se a ansiedade é fóbica, ou seja, medo de um objeto ou situação que o obriga a evitá-la e acaba por limitar sua vida, é importante lembrar que o único meio de lidar com o problema é enfrentando-o. Evitar uma situação temida só colabora para que a ansiedade em relação a ela seja cada vez maior. Se, aos poucos, enfrentamos estes "fantasmas" e nos reconhecemos capazes de lidar com eles (respirando fundo, por exemplo), o medo diminui e nos sentimos mais seguros. O que tecnicamente é conhecido como "terapia de exposição" consiste no planejamento desta aproximação à situação temida e a ansiedade associada a ela.

9) Se a ansiedade é imensa e desencadeia ataques de pânico, não se apavore. O ataque de pânico é uma reação fisiológica que, por mais terrível que seja, vai embora num tempo determinado. Se você enfrentar o ataque de pânico, ou seja, apenas esperar que ele acabe, verá que seu tempo de duração não é tão longo quanto se imaginava. Respirar e relaxar são recursos que ajudam a suportar estes minutos tão difíceis. Não acredite que evitando as situações onde você imagina que terá um ataque de pânico vai ajudá-lo a livrar-se dele. O melhor a fazer é dar-lhe a devida proporção: é "apenas" uma descarga de adrenalina que não mata, nem deixa seqüelas e dura poucos minutos.

10) Quando a ansiedade aumenta em situações sociais, a melhor maneira de lidar com ela também é enfrentá-la. Não deixe de estar com pessoas por medo de uma crise de ansiedade. Nestas situações, é possível utilizar outros recursos apropriados:



procure prestar atenção nas pessoas à sua volta. Tire o foco de si mesmo e pare de criticar-se. As demais pessoas podem ser interessantes e certamente também estão vulneráveis a críticas.

se perceber que está ruborizado, suando ou tremendo, lembre-se de que estes sinais são mais perceptíveis para você do que para os demais. Além disso, ficar ansioso não é sinal de fraqueza e não precisa se envergonhar disso. Assim como ataques de pânico, em poucos minutos estas sensações mais intensas cedem e desaparecem.

aprenda a colocar sua opinião sempre que tiver algo a dizer. Participe. Falar em público e expor suas idéias é uma questão de treino.
Quando a ansiedade for demasiadamente intensa e as orientações descritas forem insuficientes para ajudá-lo, é indicado o tratamento farmacológico e/ou psicoterápico. Muitas vezes, é necessário iniciar o tratamento de sua ansiedade com medicações que diminuam as crises mais intensas e lhe permitam maior estabilidade para realização de uma psicoterapia ou para utilização das orientações apresentadas aqui.